segunda-feira, 10 de abril de 2017

  Fármacos em gestação e lactação

    O uso de medicamentos na gestação é bem complexos porque várias funções do organismos da mulher estarão alterados o que pode acarretar em respostas diferentes da farmacoterapia. Podemos citar algumas dessas alterações: 
- Metabolização hepática alterada;
- Alterações no pH estomacal;
- Diminuição do transito intestinal;
- Aumento da circulação sanguínea.

   Na placenta vão haver interferências referentes ao tamanho da molécula, pH, presença de transportadores de membranas  e fluxo sanguíneo. E na amamentação, seria de como o fármaco ser transportado no leite podemos citar a difusão facilitada, e também os tipos de transporte  difusão transcelular, passiva e intercelular.

     De acordo com o FDA os fármacos são divididos por categorias em uma classificação de risco para o feto que são A, B, C, D e X que são os efeitos dos medicamentos a partir de alguns testes que também são realizados em animais.  

    Alguns cuidados devem ser levados sempre em consideração como:
- Minimizar a exposição menor tempo e menor dose;
- Evitar fármacos novos;
- Evitar fármacos sempre que possível, principalmente no 1º trimestre;
- Preferir a utilização de medicamentos por via tópica sempre que possível;
- Avaliar sempre o risco para o feto e o benefício para a mãe.

Um comentário:

  1. Na sua prática profissional, já observou o uso de um fármaco que pudesse trazer riscos ao feto porém era necessário para alcançar benefícios maternos? Poderia compartilhar aqui?

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